NOVA SÃO PAULO
Publicidade
Publicidade
Nossa Localizacao
São Paulo/SP
Rádios Comunitárias
12/07/2018

O TERROR DA LEI..   Ao refletir sobre a cruel perseguição sofrida pelas rádios alternativas; Ao refletir sobre a omissão do governo federal em colocar uma nova lei para dar fim a essa tensão latente entre o povo e o governo   Ao refletir sobre a relação que existe entre a rádio comunitária, o forró, a cultura nordestina e o povo nordestino, eu cheguei a conclusão de que os nossos problemas com a LGT, a Anatel, a polícia federal, e as grandes emissoras de rádio e televisão, vão muito alem do uso ilegal, ou “contra a lei” de transmissores não-homologados, e muito acima de 25 Watts permitidos.       Ventilou-se até o boato que a caça ás comunitárias era um movimento de “grupos secretos” que tentam impedir os evangélicos, ou “crentes” mais tradicionais, de ter acesso aos meios de comunicação de massa. Talvez seja, ao menos em parte porém a verdadeira causa dessa “caça ás comunitárias alternativas”, é de ordem ideológica, que  procura atingir de forma direta e “legal” os povos tribalistas do Brasil, e as suas ,manifestações culturais.   É uma perseguição sem fim. Um problema que parece nunca chegar ao fim. Que parece sem solução, por causa das grandes corporações de telecomunicações e seus interesses: a futebolização da nossa sociedade, e a despatriotização do nosso povo. E a popularização da nossa música e cultura.   Um paradoxal problema da nossa democracia, e para as nossas tradições culturais folclóricas.   Uma questão que envolve anseios de uma parte da população, que pede a legalização de suas emissoras não-homologadas, de um lado, e de outro, o governo federal e a lei federal que impede que essa mesma população possa ter o direito de lutar por seus objetivos: objetivos culturais, e patrióticos de manifestar as nossas culturas.   Nós, os trabalhadores das rádios comunitárias, vivemos sob um cruciante dilema: O conflito com a lei geral de telecomunicações (e somente essa lei). Se aceitarmos “cumprir a lei”, sem questioná-la, sem reivindicar mudanças na lei, sem a nossa luta de buscar junto ao povo e as autoridades a consciência e o apoio para a nossa causa, as rádios comunitárias alternativas tradicionais, como são conhecidas pelo povo, deixarão de existir. É o mesmo que por um passe de mágica, (ou por lei) deixar de existir elementos tradicionais que fazem parte da nossa cultura como o radioamadorismo, os pequenos jornais, os “carros de som”, os “salões de baile”, as escolas de samba, os canais de TV por assinatura, e outros valores culturais da nossa sociedade.   Se houvessem somente “emissoras homologadas” na forma como nos foi oferecida, mais da metade da população brasileira, jamais saberia o que é “rádio comunitária”.   Nos meus mais de 15 anos de envolvimento direto (como locutor), ou indireto (como ouvinte) com as rádios comunitárias, eu só conheci duas emissoras homologadas funcionando por mais de seis meses, com sua programação normal, seus locutores etc., isso porque eram ligadas a instituições católicas, que as mantinha.   Se não houvesse idealistas corajosos – que por causa da tirania da lei das telecomunicações que só contempla, defende e beneficia as grandes emissoras – que montam suas rádios alternativas, jamais teriam surgido emissoras como Terra FM, Ativa FM, Mais FM, Alternativa FM, Conquista FM, Transpaulista FM, União FM, Cristal FM, Nova São Paulo FM, Delta FM, Divisa FM, Remexe FM, Sol FM, Abas FM, e milhares e milhares de outras rádios comunitárias espalhadas por todo o país, trabalhando com forró, com o samba, com a música sertaneja, com o RAP, com o frevo, carimbó, vaneirão, com a religião católica, evangélica, candomblecista, etc., promovendo a arte, a música, a religião, a cultura, o bem-estar social, de suas cidades e comunidades. Emissoras que ousam ou ousaram ter sua própria versão da historia e da comunidade.   Á espera que um dia, a polícia federal e a polícia civil invadam suas instalações, tomem seus equipamentos, intimidem seus locutores, lacrem suas portas, e deixem seus funcionários desempregados e seus locutores também desempregados e sem poder honrar seus compromissos com seus patrocinadores, seus artistas, e com seus ouvintes.   O TERROR DA LEI..   Ao refletir sobre a cruel perseguição sofrida pelas rádios alternativas; Ao refletir sobre a omissão do governo federal em colocar uma nova lei para dar fim a essa tensão latente entre o povo e o governo   Ao refletir sobre a relação que existe entre a rádio comunitária, o forró, a cultura nordestina e o povo nordestino, eu cheguei a conclusão de que os nossos problemas com a LGT, a Anatel, a polícia federal, e as grandes emissoras de rádio e televisão, vão muito alem do uso ilegal, ou “contra a lei” de transmissores não-homologados, e muito acima de 25 Watts permitidos.       Ventilou-se até o boato que a caça ás comunitárias era um movimento de “grupos secretos” que tentam impedir os evangélicos, ou “crentes” mais tradicionais, de ter acesso aos meios de comunicação de massa. Talvez seja, ao menos em parte porém a verdadeira causa dessa “caça ás comunitárias alternativas”, é de ordem ideológica, que  procura atingir de forma direta e “legal” os povos tribalistas do Brasil, e as suas ,manifestações culturais.   É uma perseguição sem fim. Um problema que parece nunca chegar ao fim. Que parece sem solução, por causa das grandes corporações de telecomunicações e seus interesses: a futebolização da nossa sociedade, e a despatriotização do nosso povo. E a popularização da nossa música e cultura.   Um paradoxal problema da nossa democracia, e para as nossas tradições culturais folclóricas.   Uma questão que envolve anseios de uma parte da população, que pede a legalização de suas emissoras não-homologadas, de um lado, e de outro, o governo federal e a lei federal que impede que essa mesma população possa ter o direito de lutar por seus objetivos: objetivos culturais, e patrióticos de manifestar as nossas culturas.   Nós, os trabalhadores das rádios comunitárias, vivemos sob um cruciante dilema: O conflito com a lei geral de telecomunicações (e somente essa lei). Se aceitarmos “cumprir a lei”, sem questioná-la, sem reivindicar mudanças na lei, sem a nossa luta de buscar junto ao povo e as autoridades a consciência e o apoio para a nossa causa, as rádios comunitárias alternativas tradicionais, como são conhecidas pelo povo, deixarão de existir. É o mesmo que por um passe de mágica, (ou por lei) deixar de existir elementos tradicionais que fazem parte da nossa cultura como o radioamadorismo, os pequenos jornais, os “carros de som”, os “salões de baile”, as escolas de samba, os canais de TV por assinatura, e outros valores culturais da nossa sociedade.   Se houvessem somente “emissoras homologadas” na forma como nos foi oferecida, mais da metade da população brasileira, jamais saberia o que é “rádio comunitária”.   Nos meus mais de 15 anos de envolvimento direto (como locutor), ou indireto (como ouvinte) com as rádios comunitárias, eu só conheci duas emissoras homologadas funcionando por mais de seis meses, com sua programação normal, seus locutores etc., isso porque eram ligadas a instituições católicas, que as mantinha.   Se não houvesse idealistas corajosos – que por causa da tirania da lei das telecomunicações que só contempla, defende e beneficia as grandes emissoras – que montam suas rádios alternativas, jamais teriam surgido emissoras como Terra FM, Ativa FM, Mais FM, Alternativa FM, Conquista FM, Transpaulista FM, União FM, Cristal FM, Nova São Paulo FM, Delta FM, Divisa FM, Remexe FM, Sol FM, Abas FM, e milhares e milhares de outras rádios comunitárias espalhadas por todo o país, trabalhando com forró, com o samba, com a música sertaneja, com o RAP, com o frevo, carimbó, vaneirão, com a religião católica, evangélica, candomblecista, etc., promovendo a arte, a música, a religião, a cultura, o bem-estar social, de suas cidades e comunidades. Emissoras que ousam ou ousaram ter sua própria versão da historia e da comunidade.   Á espera que um dia, a polícia federal e a polícia civil invadam suas instalações, tomem seus equipamentos, intimidem seus locutores, lacrem suas portas, e deixem seus funcionários desempregados e seus locutores também desempregados e sem poder honrar seus compromissos com seus patrocinadores, seus artistas, e com seus ouvintes.
 

Fonte: http://conspiracoesoxente.blogspot.com/p/conspiracao-midiatica.html
21:00 as 21:00
Publicidade
Peça a sua música!
Envie seu Pedido Musical preenchendo todos os dados abaixo:
Atendimento
Av. Paulista - São Paulo/SP
Ligue agora
(11) 4114-4438
Horário de atendimento
09:00 AS 23:00 HS